A recta final
Uma análise aos últimos oitos meses de vida do Grupo Espírito Santo revela que o banco era na prática o gestor de tesouraria da Portugal Telecom. O colapso do GES não poderia, por isso, deixar ilesa a maior empresa de telecomunicações a operar no mercado nacional. E um banqueiro caiu em desgraça. Esta é a segunda parte da história do fim de um império.