Em Fevereiro de 2000, Pedro Passos Coelho assinou uma declaração atestando que trabalhara exclusivamente para o Parlamento durante as VI e VII legislaturas (tendo por isso direito a um acréscimo de 10% do salário). Os documentos que o provavam foram divulgados pelo PÚBLICO e o assunto foi incómodo devido às suspeitas de que entre 1997 e 1999 Passos Coelho recebeu 150 mil euros da Tecnoforma para presidir ao Centro Português para a Cooperação, uma ONG criada para servir aquela empresa. A notícia fez a capa do jornal que Alexandre Farto (Vhils) usou novamente esta semana na peça Olhar, construída para marcar os 25 anos do PÚBLICO (e que termina no próximo domingo).

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