1924-2017

Mário Soares

Mário Soares foi o homem, o político, o pensador, o fundador da democracia. Viu, viveu, fez viver e mudar. Poucos como ele ficarão nos livros da história. Uma história de alguém que nunca desistiu e que aqui se conta.

  • Últimas contas divulgadas confirmam crescentes problemas da Fundação. CML só pagou este ano subsídio do ano passado. BPI não renova patrocínio de 100 mil euros.

  • Fez-se um minuto de silêncio por José Mário Branco e aprovou-se recomendação do PS a pedir uma rua do Porto para o músico e compositor. Logo de seguida, a polémica instalou-se com moção do grupo de Rui Moreira, com um pedido de uma rua para o 25 de Novembro e um elogio a quem fez esse dia

  • Nada justifica o comportamento timorato que o PS de há uns tempos a esta parte tem vindo a revelar na abordagem deste assunto.

  • Joacine Katar Moreira entregou projecto de resolução que vai pôr Parlamento a discutir outra vez o nazismo. O objectivo é outro: “Homenagear e perpetuar” a memória do diplomata que “desafiou a ideologia fascista, evocando o seu exemplo na defesa dos valores da liberdade e dignidade da pessoa humana”.

  • A condenação, sem qualquer receio, do totalitarismo comunista soviético é imprescindível para a afirmação plena daquilo que Mário Soares costumava designar como “o socialismo em liberdade”.

  • Não duvido das dificuldades com as quais se confronta a Fundação Mário Soares. Mas a responsabilidade dos seus actuais dirigentes, no sentido de ser encontrada uma solução que preserve o futuro da instituição, é inegável.

  • Tudo indica que, no PSD, em causa continuará a estar apenas a discussão da estratégia de alianças.

  • Se não são possíveis avanços nada de compromissos. Se são possíveis, há que avançar.