1924-2017

Mário Soares

Mário Soares foi o homem, o político, o pensador, o fundador da democracia. Viu, viveu, fez viver e mudar. Poucos como ele ficarão nos livros da história. Uma história de alguém que nunca desistiu e que aqui se conta.

  • O Governo está a rever a lei que atribui subvenções a todos os ex-presidentes da República. Em causa estará uma lacuna na lei que não prevê a extinção nem de gabinetes nem cargos de assessores e secretários, após a morte de um ex-chefe de Estado.

  • Telegramas invulgares, decisões invulgares, notícias invulgares. Houve muitas coisas estranhas no Verão Quente de 1975. Mesmo no fleumático Ministério dos Negócios Estrangeiros. No fim do PREC, já os salazaristas se preparavam para regressar, o PS afasta um embaixador “demasiado de esquerda”.

  • Um conjunto de suposições arquitectadas em jeito de palpite a partir do material preexistente, sem elementos novos ou originais.

  • A primeira coisa que todos dizem é que “não houve saneamentos no MNE”. Nem um? “Talvez dois ou três.” Ao perguntar “quem?”, começamos a puxar o fio à meada. Os “dois ou três” nomes de saneados são quase todos diferentes. Juntos, formam uma longa lista. Meio século depois, ainda ninguém gosta de falar de saneamentos.

  • No Estado Novo havia diplomatas comunistas? “Claro que sim!”, “o ministério não era monolítico”. Nos 45 anos do Verão Quente, o PÚBLICO retrata o Ministério dos Negócios Estrangeiros na transição para a democracia. Acto II: as ideologias no MNE.

  • Tinha 76 anos e deixa um currículo em que se incluem programas como várias criações de Herman José, a primeira telenovela portuguesa ou Sabadabadu, com Camilo de Oliveira e Ivone Silva.

  • Eventual candidatura do actual Presidente da República distancia-se dos possíveis concorrentes e do já confirmado candidato a Belém: André Ventura.

  • O primeiro-ministro e secretário-geral do PS defendeu esta terça-feira, na apresentação do Fórum Mário Soares, o património de quase 50 anos dos socialistas.

  • “Não é possível compreender a História recente de Portugal sem reconhecer o carácter estruturante da integração europeia para o desenvolvimento económico e social do nosso país.”

  • É indiscutível que a UE deu um contributo determinante para o progresso e modernização do nosso país. Nem tudo está, porém, assegurado.