1908-2015

Manoel de Oliveira

Se qualquer morte é sempre uma perda e, mesmo quando podia ser expectável por diversos motivos, ainda assim é muitas vezes um choque, o desaparecimento de Manoel de Oliveira é uma perda irreparável, daquelas que deixam um vazio imenso.

  • Uma maré Kluge tão mais inesperada quanto o trabalho do realizador alemão é ainda pouco conhecido em Portugal. E, no entanto, é um dos últimos gigantes do cinema europeu.

  • Cinema português ao ar livre, com bilhetes grátis, por 27 cidades do país, é a proposta da Cine-Caravana, uma iniciativa apoiada pelos CTT que arranca no dia 28 deste mês em Braga.

  • Festival organizado pelo Cineclube de Avanca regressa à freguesia de Aveiro esta sexta-feira, prolongando-se até 1 de Agosto. Drive-in, que surgiu em resposta à pandemia para salvar a edição de 2020, mantém-se este ano.

  • Casa do Cinema Manoel de Oliveira apresenta a maior retrospectiva em Portugal do cineasta alemão, que inclui uma exposição e um filme inéditos e a edição de um catálogo.

  • Uma primeira longa formalmente muito segura e com uma excelente Anabela Moreira perde-se em alguma incerteza narrativa.

  • Com esta estreia comercial, olhamos para um Portugal que desaparecia.

  • Este é o primeiro volume de uma colecção que a Casa do Cinema Manoel de Oliveira publica para divulgar documentos e apontamentos, alguns inéditos, do “extensíssimo acervo” do cineasta. O livro é lançado esta quarta-feira, com Maria do Rosário Lupi Bello e Jorge Leitão Ramos à conversa com António Preto.

  • Chega este sábado às bancas o primeiro número da ALMA, uma revista com a marca PÚBLICO. Uma revista trimestral que, a cada número, se propõe olhar para uma cidade de média dimensão e procurar aquilo que a torna única. No primeiro número cabe a alma de Famalicão.