1908-2015

Manoel de Oliveira

Se qualquer morte é sempre uma perda e, mesmo quando podia ser expectável por diversos motivos, ainda assim é muitas vezes um choque, o desaparecimento de Manoel de Oliveira é uma perda irreparável, daquelas que deixam um vazio imenso.

  • Na selecção, apresentada em Roma, figuram os novos filmes de Roman Polanski, Steven Soderbergh, Todd Phillips ou James Gray. E há uma curta portuguesa na selecção Horizontes, Cães Que Ladram aos Pássaros, de Leonor Teles.

  • O 25xBuñuel não é um ciclo integral, mas quase — a filmografia de Buñuel comporta cerca de 30 títulos. Há muito tempo que em Portugal não se via tanto Buñuel junto, quer em Lisboa, quer no Porto.

  • O clássico expressionista de Robert Wiene dá o pontapé de saída para uma edição muito forte, com uma programação que vai de “Bacurau” e Bill Morrison às primeiras curtas Disney e Maya Deren, explorando outros olhares sobre a memória

  • Historiador do cinema, especialista em documentarismo mas também um admirador, desde jovem, dos westerns de John Ford e de John Wayne, o director da Cinemateca volta a reivindicar a mudança de estatuto da instituição e alerta: “É absolutamente urgente digitalizar o património cinematográfico português”.

  • Marcelo Rebelo de Sousa presidiu, esta segunda-feira, à inauguração da Casa do Cinema Manoel de Oliveira, no Porto. Foi uma cerimónia muito participada, que proporcionou encontros mais ou menos emotivos com a memória do realizador de Aniki-Bóbó.

  • Dança rara e reveladora, Oliveira em exposições, artes na Batalha, um bairro posterizado e Milton à esquina.

  • A Casa do Cinema com o nome do realizador de Aniki-Bóbó é inaugurada esta segunda-feira em Serralves. Álvaro Siza desenhou-a; António Preto vai dirigi-la, com a convicção de que “é possível habitar um filme como se habita uma casa”, e vice-versa.