Presidente da República usou tomada de posse do XXI Governo Constitucional para lembrar que pode recorrer ao veto. António Costa serviu-se da cerimónia para reconhecer o Parlamento como seu verdadeiro juiz.

O que António Costa fez depois da noite eleitoral de 4 de Outubro é mais do que um simples ajustamento. É uma pequena revolução que criou espanto e pavor nos militantes da ortodoxia política estabelecida em 40 anos de regime, da qual o Presidente da República é o máximo representante.

Foi um dia “histórico”. Para toda a gente. O Parlamento dividiu-se em dois, e as ruas em frente também. A esquerda teve de combinar os aplausos. A direita inventou palavras de ordem. No fim, o Governo caiu, o sistema electrónico falhou e Passos prometeu “continuar a lutar".

O Inimigo Público A noite eleitoral que podia ter acontecido

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Este passe de mágica a que sucumbiu António Costa, menos hábil e mais habilidoso do que o costume, é altamente censurável, é mesmo deplorável. Este tipo de retórica insidiosa, visando visceralmente a pessoa e não as ideias, é inaceitável.

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