Na passagem do número 10.000 do PÚBLICO, apetece-me vaticinar que estamos perante um desses casos de perenidade global que marcará a imprensa portuguesa com um traço positivo.

Devo ter lido a maior parte das edições. Continuo a lê-las em papel. E há o telemóvel, quando estou longe.

Umas vezes estou de acordo com o que é escrito outras não, mas acho que é muito vivo o que traz e não falta assunto.

O seu olhar sobre todos os assuntos, as grandes investigações que a sociedade tende em não meter o foco de luz.

Em tempos de grandes desafios para a imprensa escrita, sinto que o PÚBLICO se tem mantido firme na sua verticalidade, em fazer chegar aos seus leitores a verdade e nada mais do que isso.

O PÚBLICO pediu um depoimento à pintora Paula Rego a propósito da edição 10.000. A resposta veio em forma de desenho.