228 Clinton
Trump 279
31 votos por atribuir no Colégio Eleitoral
59.588.685 votos / 47,70%
59.353.100 votos / 47,50%
270

A vitória de Donald Trump vai repercutir-se na cena política europeia. Esquerdas e direitas deverão “imaginar o inimaginável”, como ver Marine Le Pen vencer as presidenciais francesas ou Beppe Grillo dominar a política italiana. Se o querem evitar deverão mudar de vida desde já.

Brancos, pobres, sem instrução, vivem em comunidades economicamente decadentes e lembram a verdade incómoda: a pobreza é tão antiga na América quanto a própria América. Depois do racismo, a discussão transfere-se para a questão de classe em dois livros reveladores de que há uma história por contar.

  • Ex-conselheiro de Trump foi autorizado a prosseguir a colaboração com Mueller nas investigações às ligações entre a equipa do Presidente e o Kremlin. Juiz não exclui prisão, apesar da recomendação do procurador-especial.

  • Documento da Universidade de Oxford entregue ao Senado norte-americano diz que houve uma campanha de desinformação para além do Facebook e do Twitter e critica resposta "tardia e descoordenada" das empresas.

  • O mês de Dezembro tem sido um dos mais importantes em quase dois anos de investigações sobre as suspeitas de interferência russa nas eleições de 2016. Mas as possíveis consequências para Trump continuam a depender do Partido Republicano.

  • Procurador-especial conclui que a colaboração “substancial” fornecida pelo ex-conselheiro de Segurança Nacional de Trump ao inquérito sobre as alegadas ligações entre a equipa do Presidente e o Kremlin não justifica pena de prisão.

  • O jornalista norte-americano investigou a fundo a intromissão russa nas presidenciais de 2016 e argumenta que a postura de Trump foi suficiente para favorecer a estratégia de Moscovo. Acredita que o Presidente se vai “mexer rapidamente” para afastar Mueller da investigação.

  • “Não estou no boletim, mas estou no boletim”, diz o Presidente, que transformou as eleições intercalares de dia 6 de Novembro num referendo à sua presidência. Numa tentativa de repetir o seu sucesso de 2016, fez da imigração o tema único da recta final da campanha.