228 Clinton
Trump 279
31 votos por atribuir no Colégio Eleitoral
59.588.685 votos / 47,70%
59.353.100 votos / 47,50%
270

A vitória de Donald Trump vai repercutir-se na cena política europeia. Esquerdas e direitas deverão “imaginar o inimaginável”, como ver Marine Le Pen vencer as presidenciais francesas ou Beppe Grillo dominar a política italiana. Se o querem evitar deverão mudar de vida desde já.

Brancos, pobres, sem instrução, vivem em comunidades economicamente decadentes e lembram a verdade incómoda: a pobreza é tão antiga na América quanto a própria América. Depois do racismo, a discussão transfere-se para a questão de classe em dois livros reveladores de que há uma história por contar.

  • Foi o primeiro líder em mais de 70 anos a assumir como desígnio nacional pôr um ponto final à ordem liberal. Por não partilhar dos seus valores essenciais. Do ponto de vista internacional, este Presidente é orgulhosamente um vestefaliano iliberal.

  • Justiça de Nova Iorque intimou a empresa que trata da contabilidade do Presidente dos EUA a entregar documentos. Ordem está relacionada com investigação aos pagamentos à actriz porno Stormy Daniels, para a silenciar, e tem a Trump Organization debaixo de olho.

  • Trump já negou a acusação, dizendo que o encontro nunca aconteceu. Mais de uma dúzia de mulheres acusaram Trump, de 73 anos, de fazer avanços sexuais indesejados nos anos que antecederam sua entrada na política.

  • Procurador especial encarregado pela investigação sobre a suspeita de influência russa nas eleições de 2016 diz que na equipa ninguém está convencido de que o Presidente não cometeu um crime. Democratas pedem início de processo de impeachment.

  • Uma sondagem da CNN dá ao ex-vice-presidente uma vantagem de 15 pontos entre os mais de 20 pré-candidatos democratas. E está bem posicionado nos estados que deram a vitória ao Presidente.

  • Senadores interrogam William Barr sobre a forma como interpretou a investigação de Robert Mueller, ilibando o Presidente dos EUA de obstruir a justiça, no dia em que se sabe que o procurador especial não concordou com que ele fez.

  • Presidente Vladimir Putin diz que “não é claro” porque é que a mulher que se envolveu o lobby das armas americano e políticos conservadores foi condenada.

  • Presidente Trump volta a atacar a investigação e diz que documento do procurador-especial tem dados fabricados.